segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Porque a Glicerina é Importante?



A glicerina é um umectante. Uma molécula de glicerina é criada para cada três moléculas de sabão.
Os fabricantes de sabonetes comerciais retiram a glicerina do sabonete e a revendem para a indústria de cosméticos e farmacêuticas. No Sabonete Artesanal é naturalmente formada e permanece no sabonete.
O Sabonete Artesanal é naturalmente mais macio, quando tocá-lo suavemente você deverá sentir a sua delicadeza. Você pode perceber que quando ele é fresco, o sabonete absorve a umidade do ar em pequenas gotas que deixam a sua superfície úmida.

Os sabonetes comercialmente vendidos são na verdade detergentes sintéticos.

Em comparação, o Sabonete Artesanal é a forma pura e verdadeira do sabonete.

O sabonete artesanal é macio, rico, envolvente e calmante. Sua espuma é densa e penetrante, ela deixa uma película emoliente na pele tornando-a macia e sensual.

Os sabonetes artesanais não contêm detergentes sintéticos nem os conservantes encontrados nos sabonetes comerciais. O uso dessas cargas tem como objetivo prolongar seu prazo de conservação nas prateleiras das lojas. Dos sabonetes comerciais é retirada a glicerina natural, proveniente do próprio processo de fabricação de sabões, roubando do consumidor todos os seus benefícios.

A glicerina é um derivado de componentes graxos que elimina a agressividade causada à pele presente nos sabonetes comuns. Usado desde a cosmética antiga, permanecendo até hoje, como elemento de uso obrigatório nas formulações que proporcionam profunda ação hidratante.

Os sabonetes de glicerina são sensíveis a calor e luz solar. Mantenha-os sempre em local fresco.

Glicerina ajuda a pele

Pesquisadores norte-americanos acreditam que a glicerina, muito usada em cosméticos, possa ter valor terapêutico para a pele, sob determinadas condições.

A glicerina, ou glicerol, é bastante empregada em produtos cosméticos porque atrai água e ajuda a pele a ter uma aparência melhor. O novo estudo sobre a glicerina foi realizado pelo Medical College of Georgia.

Segundo os cientistas, a glicerina ajuda as células da pele a se desenvolver apropriadamente.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A maravilhosa energia vibracional das Flores



As Flores... Quem diria que tem tantas maravilhosas funções... alem da beleza, do perfume, do significado simbólico. Sim as flores curam. Curam nossas almas, nossas emoções em desarmonia, nossas idéias fora de sintonia com as leis da Vida.

Sim, problemas de saúde freqüentemente tem suas origens na mente; sentimentos que foram persistentemente reprimidos irão emergir, primeiro, como conflitos mentais e depois, como doença física.

O Dr. Edward Bach, um médico inglês, depois de atuar como bacteriologista num hospital de Londres e de obter êxito profissional com suas vacinas orais, resolveu morar numa floresta de Gales, na Grã-Bretanha.

Desanimado com a medicina ortodoxa, lá descobriu que tinha uma sensibilidade tal que lhe permitia sentir as energias transmitidas pelas flores apenas tocando-as ou colocando na boca as gotas que o orvalho deixava sobre elas. Ao mesmo tempo constatou que, enquanto algumas flores eram capazes de provocar sentimentos negativos, outras tinham a propriedade de anulá-los. Entre 1930 e 1934, o Dr. Bach identificou 38 flores silvestres e escreveu os fundamentos da sua nova medicina.

De volta à civilização, verificou na prática a eficácia dos medicamentos florais e compreendeu a grande ajuda que poderiam dar à humanidade doente.
O Dr. Bach dizia que "o medicamento deve atuar sobre as causas e não sobre os efeitos, corrigindo o desequilíbrio emocional no campo energético". Estes remédios atuam sobre a desarmonia profunda do paciente e  assim fazendo, formam a base para a recuperação dos sintomas físicos.

A terapia das flores age no plano mais sutil da pessoa; seu efeito, reconhecido em 1976 pela Organização Mundial de Saúde, se constitui de grande ajuda à humanidade nestes momentos de transição, auxiliando a harmonização dos corpos (emocional e mental) e facilitando o livre fluxo das energias superiores através da personalidade, permitindo que o organismo humano descubra o seu caminho até a verdadeira saúde interior.

Após o falecimento do Dr. Bach, alguns seres humanos de especial sensibilidade continuaram, em vários lugares do mundo, no Brasil inclusive, a pesquisar as flores silvestres classificando-as em sistemas completos, encontrando inclusive respostas validas aos mais modernos desafios na área da saúde que a humanidade enfrenta atualmente.
Os Florais agem de forma suave e sutil, não são invasivos, pois a forma de ministra-los é a mais simples de todas e não apresentam contra-indicações, sendo 100% naturais.

Cerca de 800 Flores das mais importantes procedências podem ser vistas no repertório do programa Healer.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ofurô-Uma Tradição Japonesa



Ofurô, literalmente significa, “O sublime lugar do calor”.
Contam as antigas escrituras Japonesas que graduados Monges Zen, quando construíam Monastérios (século XII), primeiro montavam uma sala de meditação com um Ofurô anexo, para depois dar inicio a construção do prédio principal.

Os Samurais (Século IX ao XIX), bravos guerreiros com seus rígidos códigos de Honra, adotaram a filosofia Zen para manterem um autocontrole da mente mesmo sob combates mortais. A prática do Zen incluía entre outras coisas o banho de Ofurô para uma purificação mental.

No Japão de hoje, onde existe um grande respeito por suas tradições seculares, o costume do banho de Ofurô, ainda é uma atividade familiar diária. Na forma tradicional, o banho de ofurô é de uso coletivo e tem mais função de higiene mental do que de limpeza física. Para que a água possa ser compartilhada por todos da família sem a necessidade de trocá-la, a higiene física, deve ser feita fora do ofurô.

O ato de lavar-se e enxaguar-se têm uma seqüência ritualística, e é feito num espaço em frente ao ofurô sobre um estrado de madeira. Inicia-se molhando o corpo com água retirada do ofurô com um balde de madeira, tornando-o sobre a cabeça. Depois de todo ensaboado, sentado em uma banqueta de madeira, torna-se mais água do ofurô sobre o corpo até retirar todo resíduo de espuma, para então entrar no ofurô e deleitar-se da água limpa e bem quente, acima de 40ºC.

A estética Zen

O uso popular da madeira na arquitetura Japonesa, tem como base o conceito Zen da simplicidade estética. Simplicidade como expressão visual é o resultado da eliminação continua de supérfluos, na redução da forma, espaço, motivos, funções, e materiais, para um mínimo necessário de modo a cumprir com o propósito da existência. Nenhum artificialismo ou sofisticação deve esconder a verdadeira essência do material e suas propriedades naturais. A reação emocional será imediata e profunda.

Ofurô: Terapia e Prazer
OFURÔ é, basicamente, uma banheira feita de ripas de cedro polido - madeira com poder térmico de manter a água quente por mais tempo - contendo água aquecida entre 33º C e 45º C, com capacidade cúbica que varia de 300 a 900 litros em média.
A água deve ser mantida, para não se esvaziar a tina, evitando deformações e empenações das ripas, que não são pregadas, apenas encaixadas entre si com os arcos de metal e firmadas justamente pela pressão e umidificação da água.
A higienização e a manutenção de um OFURÔ é idêntico a de uma piscina, utilizando inclusive os mesmos equipamentos e produtos químicos.
A instalação do OFURÔ pode ser externa ou interna. Você pode ambientar a tina de água quente ao ar livre, num espaço aberto, numa varanda ou quintal semi-abertos, dentro de casa, ou até mesmo em sua sala;Seja criativo. Faça o melhor projeto para se deliciar com os prazeres dessa técnica japonesa de relaxamento, valorizando a sua decoração.

Cultura do Ofurô
OFURÔ vem de um milenar ritual japonês, visando a sociabilidade entre amigos e parentes, com espiritualidade e misticismo, afim de tornar o momento do banho uma purificação mental, espiritual e psíquica, além da própria higienização e tratamento da pele.
No Japão, os banhos são coletivos; já no Brasil, foi adaptado para versões individuais e/ou para casais, com um ar mais intimista e um tempero mais "brasileiro". Por aqui criou-se um clima mais místico, incrementado por óleos, sais, pétalas, frutas, velas e música suave para relaxamento.
A deliciosa sensação de relaxamento corporal e alívio mental vem da textura e aroma da madeira original em CEDRO. A suavidade da madeira e água aquecida que proporciona um prazer sensorial incrível, que funciona como uma leve massagem natural.

Alivie o estresse e viva melhor, com um bom banho de OFURÔ.

Corpo, Alma e Natureza

Terapeuticamente falando, OFURÔ representa a harmonização entre CORPO, MENTE, EMOÇÕES E SENSAÇÕES, reintegrando e interagindo o Homem com a Natureza.
Os banhos de OFURÔ promovem o alívio das tensões, relaxamento muscular, estímulo da circulação sangüínea, desintoxicação da pele, muita calma e serenidade.

Para a pele, ele a tonifica, regenera, nutre e amacia, e também é muito recomendado para quem tem artrite e reumatismo. Além disso, ajuda no combate à celulite, flacidez e T.P.M.
Enfim, o prazer de banhar-se num legítimo OFURÔ de madeira é altamente saudável, pois purifica o corpo, a mente e a alma, rejuvenescendo sua aparência, emoções e sentimentos.




sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A Energia e as Plantas




Energia é um conceito cujo atributo principal é a eternidade. Não pode ser criada nem destruída, apenas transformada... Os Upanishads, antigos textos sagrados hindus, declaram que a Energia é uma só, embora possa ser desdobrada em três categorias elementares.
Uma de ordem superior (mais abrangente), também chamada espiritual, outra de ordem inferior (um pouco mais limitada) que constitui a estrutura do que chamamos mundo material e a terceira denominada energia marginal. As almas espirituais (que têm como principal atributo a consciência) são unidades indivisíveis da energia marginal, pois podem estar ora em contato com a energia espiritual, quando em estado de consciência pura, ou podem estar em contato com a energia inferior, quando perdem a pureza original.
Os corpos que as revestem (e tudo que nesse mundo existe, por exemplo) são de natureza inferior, por sua comprovada impermanência ou incessante mutabilidade.
As estrelas são as fontes primárias de "geração" de toda a energia deste mundo fenomenal. Vejamos como isso ocorre:


O processo de fusão nuclear é o que acontece dentro das estrelas. Ao converterem matéria em energia, pela fusão dos núcleos dos átomos, as estrelas produzem uma incalculável quantidade de energia que é liberada na forma de radiação eletromagnética em diferentes freqüências, desde ondas no espectro visível (luz) ou invisível (infravermelhos, raios X, raios ultravioletas, gama etc). O processo acontece assim: de início, núcleos de Hidrogênio se fundem formando Hélio e liberam uma grande quantidade de energia. Depois, em um segundo estágio (quando todo Hidrogênio disponível foi transformado em Hélio), pela fusão dos átomos de Hélio, forma-se átomos de Carbono e Oxigênio, e pela fusão destes formando elementos mais pesados (todos os demais elementos químicos) e sempre liberando energia, até que a estrela complete seu próprio ciclo e, dependendo de seu tamanho (na verdade sua massa) ela poderá explodir, injetando grandes quantidades de todos esses elementos produzidos em seu interior para o espaço, onde formarão a base da vida.
 Assim, a partir da matéria (núcleo dos átomos), as estrelas produzem incalculáveis quantidades de energia. E Energia e matéria são aspectos da mesma realidade (E=mc²).


O interessante é que as plantas fazem exatamente o contrário; elas transformam a energia proveniente de uma estrela (nosso Sol) em matéria pelo processo da fotossíntese.
As Plantas não participam apenas dos processos transformadores em escala planetária. Sua importância transcende os limites do planeta mais que possamos imaginar...
Tomemos como exemplo o microfone e o alto-falante: o primeiro transforma sons em corrente elétrica, enquanto o segundo transforma corrente elétrica novamente em sons.
Assim, existe uma cumplicidade universal entre as plantas e as estrelas cuja meta é a viabilização da Vida e nesta cumplicidade, uma é o exato reverso operacional da outra! Na verdade estrelas são portais puntiformes, difusores de energia. Uma planta transforma energia em matéria, sendo, pois, um portal materializador. Há uma simetria intrigante e mais verdade que poesia em se dizer que uma estrela é uma planta e uma planta é uma estrela!


Além das energias grosseiras (matéria orgânica, inorgânica, calor, eletricidade, etc), existem as energias mais sutis que participam dos processos corpóreos e mentais e que auxiliam as entidades viventes na manutenção do corpo.
Normalmente não podem ser percebidas com os sentidos embotados destituídos de sensibilidade. São conhecidas por vários nomes em diferentes culturas ao longo dos tempos e recebem várias denominações, tais como PRANA, FORÇA VITAL, CHI, KI, ORGÔNIO, NANA, ENERGIA CÓSMICA, etc.


Essas energias estão presentes em todas as regiões do Universo e são particularmente utilizadas pelos organismos vivos. As plantas são excelentes absorvedoras dessas energias sutis, absorvendo-as, processando-as, devolvendo-as ao meio ambiente e mesmo distribuindo-as entre as outras formas de vida do planeta.
O desenvolvimento da capacidade de visualizar ou sentir essas energias permite-nos adentrar em um mundo fascinante, o mundo das sutilezas e seus atores, participes e coadjuvantes. Um mundo de troca e harmonia, onde as plantas participam de forma ativa.
Devemos, pois, entender que as plantas desenvolvem uma estreita ligação conosco. Podemos nos beneficiar muitíssimo desta ligação, não em um sentido exploratório, mas numa relação de troca. Ao interagir amorosamente com suas plantas, elas também passarão a, de certo modo, proteger a pessoa amada de uma forma mais sutil e poderosa que possamos imaginar.
O problema é que estamos sempre demasiadamente ocupados em nós mesmos, ou em atividades que envolvem nossos sentidos e mente em um nível por demais grosseiro.
Não podemos, assim, assimilar os "conselhos" ou avisos que nossas bem-querentes nos direcionam.
Um método simples para interagirmos com nossas plantas requer muito pouco. Temos, entretanto, que abrir mão de nosso estado "normal" de vigília e entrarmos num estado meditativo, via relaxamento, focando nossa atenção.
1º - Escolha um dia tranqüilo, sente-se de forma confortável diante de uma plantinha sua. Inspire sem encher muito os pulmões (conte até 4). Retenha o ar (conte até 4).Expire (conte até 8). Mantenha os pulmões vazios (novamente conte até 4). Recomece o ciclo... relaxe...
2º - Assegure à planta sua disposição amorosa para com ela. Sinta-a, entre em harmonia com ela; estando em um estado profundo de relaxamento, o que segue é uma simbiose com a planta, estado este que já é conhecido pelos xamãs e pelos povos da floresta, que têm o hábito abraçar uma árvore para trocas ou renovação de energias.
Algumas pessoas se sentem sugadas para dentro da planta e têm a percepção nítida de todos os seus sistemas fisiológicos; folhas, caules, seiva, raízes, células; sentem o pulsar da seiva, a amplitude da superfície das folhas, a total consciência do ambiente externo numa sensação de paz, um sentimento profundo e incomumente agradável. Outros, em sua grande maioria, sentirão uma sensação agradável, intima, todavia com menos intensidade.
Com a prática e no curso do tempo, essa interação proporcionará percepções e emoções mútuas que se complementam numa simbiose psíquica cada vez mais constante e natural.
A partir daí, você pode tomar conta de sua plantinha, sabendo que ela lhe inspirará sempre o melhor caminho a ser seguido.
Mas cuidado! Não a sobrecarregue com os problemas diários, causados por sua inabilidade e cuja resolução adequada cabe unicamente a você, por uma questão de dever para consigo e para seu próprio crescimento!
Na década de 60, uma descoberta fantástica aconteceu de forma inteiramente inesperada.
Cleve Backster, um famoso perito em polígrafos (aparelhos para detecção de mentira), conectou os eletrodos de sua máquina nas folhas de uma Dracena massageana. A planta, para espanto de Backster, demonstrou uma reação semelhante à de um ser humano submetido a uma situação de estresse emocional. Teria a planta tido uma reação emocional ou fora tudo apenas uma resposta fisiológica à passagem de uma corrente elétrica através da folha? Bom, para descobrir, Backster teria que causar uma situação de ameaça à planta e verificar se haveria alguma mudança significativa no gráfico de respostas.
Ele pensou em queimar as folhas. Nesse exato momento, a agulha do aparelho deu um salto! Como poderia ter acontecido quando ele apenas pensou em fazê-lo??!!


Backster era um profissional experiente, afinal ministrava cursos para policiais e peritos do mundo inteiro, mas... Como isso teria acontecido? Ele então concebeu uma ameaça maior. Pensou em apanhar os fósforos e realmente queimar a planta. Novamente a agulha deu um salto dramático!
 Estava evidente, sem sombra de duvidas, que as plantas pensam e, de alguma forma, podiam ler seus pensamentos.


Após essa descoberta inicial, muitos outros experimentos foram conduzidos com resultados surpreendentes e puderam ser repetidos por outros experimentadores (agora intrigados cientistas) e os resultados plenamente verificados. A descoberta passou a ser conhecida como "Efeito Bakster".


Vamos narrar de forma sucinta alguns destes experimentos:


A um jornalista foi feita uma série de perguntas às quais ele deveria mentir em algumas. As plantas conectadas aos eletrodos e diante do jornalista puderam fazer oscilar abruptamente a agulha do mostrador, quando ele mentia. O mesmo experimento foi repetido diante de um psicólogo incrédulo que rira das afirmações de Backster. Diante dos resultados, teve que admitir seu erro e julgamento precipitado.


Foi feito um experimento para saber se as plantas eram sensíveis também à destruição ou ameaça à outras formas de vida. Foi construída uma máquina que deveria matar alguns camarões sem intervenção humana e de forma inteiramente automatizada numa determinada sala. Em várias outras salas foram colocadas plantas conectadas a polígrafos muito sensíveis. Como fator de controle e para detectar qualquer influencia ambiental ou possíveis variações aleatórias na leitura dos poligrafos, alguns desses aparelhos foram ligados, medindo corrente elétrica sem estarem conectados a qualquer planta. Os cientistas deixaram o laboratório e retornaram algum tempo depois para checarem os resultados. Ninguém sabia exatamente quando a máquina iria aniquilar os camarões. No exato momento em que os camarões foram mortos, TODAS as plantas tiveram variações violentas no gráfico de seus respectivos aparelhos.


Em outra ocasião, foi pedido a um grupo de estudantes que entrassem em determinada sala, permanecessem por alguns minutos e saíssem. Apenas um, sem que ninguém soubesse (nem mesmo os cientistas), foi solicitado a arrancar uma folha de uma planta na sala. Mais tarde os alunos retornaram um a um e quando o agressor entrou na sala, a planta, agora ligada a um detector, demonstrou sentir grande medo, pois o gráfico do aparelho apresentou um pulso significativo.


As plantas respondem positivamente quando em ambientes com música clássica ou especialmente ragas (música sacra indiana). Chegavam a enrolar seus galhos nos alto-falantes e demonstravam vigor e crescimento sadio. Efeito adverso foi produzido por música barulhenta, especialmente rock. Elas moviam-se em sentido oposto aos auto-falantes ou definhavam e adoeciam.


Na Índia, muitas árvores são lugares freqüentes de peregrinação por terem servido de abrigo a Mestres iluminados. Por algumas dessa árvores, esses homens santos, renunciados e sábios têm especial predileção. As figueiras, (Fícus religiosae) também conhecidas como árvore banyan, são as preferidas desses sadhus, pois foi sob uma delas que se abrigou Buda.


Na Cultura Védica, que floresceu na Índia até cerca de 5.000 anos atrás, as plantas ou qualquer forma de vida eram tidas como cidadãs e, portanto, passiveis de proteção pelo Estado. Isto era assim não por mero sentimentalismo, mas sim pelo entendimento profundo de que somos todos almas espirituais, centelhas emanadas de Deus e, por um curto período, estamos aqui, revestidos de diferentes "roupas" corpóreas.


Os Celtas acreditavam na figura suprema da Deusa-Mãe e em divindades elementais (do ar, da água, do fogo e da terra), que são uma extensão da Deusa-Mãe (assim como no hinduísmo, onde Brahma, Vishnu e Shiva são manifestações do Deus único Brahman). Assim, os Celtas tinham uma relação especial com as árvores, como era o caso do carvalho (ligada à sabedoria e aos druidas), o freixo (ligado à proteção), o salgueiro (ligado às divindades da água), etc. Quando os Druidas (espécie de Pajés ou Xamãs) morriam, seus corpos eram colocados dentro das árvores com as quais tinham alguma ligação.


Os florais de Bach, denominação usada para designar a terapia desenvolvida pelo médico inglês Dr. Edward Bach, agem diferentemente da Fitoterapia. O Dr. Bach descobriu que as doenças são respostas do organismo a determinados estados psicológicos. Verificou que certos estados de desequilíbrio, quais sejam, orgulho, crueldade, ódio, medo, ignorância, instabilidade, inveja, raiva, insegurança, depressão, ansiedade, terror, intolerância e egoísmo conduzem o organismo a um estado mórbido. Pesquisou e elaborou uma lista de 38 arquétipos desses estados de espírito e utilizou as essências cuidadosamente extraídas de 38 flores para transformar esses estados negativos. A terapia com florais é a que mais se aproxima de nossa essência, pois considera que os estados mentais em que nos encontramos influenciam o soma, o corpo, induzindo uma mudança sutil, porém eficaz em nossas disposições negativas. A terapia floral induz a um equilíbrio de "ordem superior"... fazendo a ponte harmoniosa entre o espírito e a mente.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Naturopatia






A Naturopatia, também conhecida como Naturologia, consiste em tratamento de saúde no qual utiliza-se somente produtos e técnicas naturais, sem agentes químicos que possam agredir o organismo e tem como base científica o holismo, ou seja, vê o ser humano como um todo, tratando diversos aspectos humanos como o físico, o emocional, o energético e
o mental em conjunto. Busca a restauração do equilíbrio integral do Homem, tal como  é a Natureza.


Como o nome já diz, Naturoterapia, ou naturopatia, remete à idéia de tratamento através de meios naturais.
A Naturopatia é uma terapia holística, abordando corpo, mente e espírito do indivíduo.
Seus métodos incluem prática corporal (massagens, exercícios físicos e posturais, etc.), mental (meditação, respiração, visualização), alimentação e no caso de naturoterapeutas com a devida qualificação, fitoterapia e psicoterapia.


O naturoterapeuta entende que o indivíduo
interage com o que está a sua volta e também
com o que está dentro dele.

Possui a noção de que os distúrbios normalmente ocorrem por um conjunto de atitudes internas e externas que o cliente toma perante a vida, aos outros e a si próprio. Age procurando fornecer suporte para a autocura do indivíduo.

Para que serve?

Trata com muito sucesso distúrbios diversos, incluindo dores corporais, enxaquecas, ansiedade, estresse, certos problemas de pele e acelera recuperação de traumatismo e contusões.
Atenua ou elimina causas de distúrbios orgânicos como gota, pressão alta, prisão de ventre, diabetes, colesterol alto, disfunções da tiróide, entre outros.
As pessoas também podem procurar a naturoterapia para fins estéticos.
Para isso, o naturoterapeuta utilizará
técnicas específicas no combate à flacidez,
celulite, varizes  e na regeneração das células
do rosto e corpo, com atuação incisiva na
modelagem do corpo.
Seus tratamentos incluem aplicações de extratos vegetais, óleos, ventosas, massagens, além de orientação nutricional e exercícios aeróbicos e localizados.
Para quem faz algum tipo de tratamento médico convencional, a naturoterapia atua como coadjuvante, não estando em conflito com nenhum tipo de prescrição ou tratamento médico.

 A naturopatia no Mundo:

As diferentes formas de tratamento natural são,
pelos naturologos em todo o mundo, estudadas, comparadas e utilizadas para fomentar o
equilíbrio do ser humano consigo próprio,
curar doenças, equilibrar ecossistemas, etc.


Existe uma grande diversidades de profissionais que estudam os princípios da naturopatia, sob diferentes focos.


Nos EUA há uma organização para
naturologos/naturopatas não médicos e
outra para médicos.
A Europa já possuí cursos de naturopatia em países como Inglaterra, Portugal, Espanha e Itália, sendo que cada país cria regras próprias sobre o tema.


As formações são muito diversificadas em conteúdos e objetivos. O que há de comum é o estudo das condições naturais de indivíduos saudáveis (pessoas, animais, plantas, áreas da terra) e o que é preciso fazer para manter ou devolver essa situação para esses mesmos indivíduos.

Para entender:

Naturologia- O estudo da natureza e suas inteirações.
Naturopatia- O método de tratamento de doenças
por meios naturais.
Naturoterapia- O tratamento do ser (não simp simplesmente de doenças) por meios naturais.

Na prática, esses termos acabam se tornando sinônimos.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Como os óleos essenciais são produzidos




Há diferentes técnicas de extração de óleos essenciais e todas requerem equipamento elaborado. Como você verá nas descrições a seguir, a maioria das técnicas é baseada no fato de que a maior parte dos óleos essenciais mistura óleos, gorduras, álcool e certos solventes, mas não mistura água. A constituição química das plantas determina o método de extração mais adequado a cada uma delas.

Destilação:

Um derivado dessa destilação é a água restante.
Algumas plantas contêm compostos aromáticos solúveis em água. Eles permanecem na água que fica após a destilação. Essa água é bem perfumada e apreciada pelos aromaterapeutas, que se referem a ela como hidrosóis. Na aromaterapia, os hidrosóis são usados quase sempre na cosmética para hidratar a pele.

Expressão:

O método mais direto de produzir os óleos essenciais é espremer as plantas frescas, sementes e cascas - um processo similar ao usado para obter o óleo de oliva. Essa técnica é usada principalmente em cascas de cítricos, como laranja, limão, lima ou toranja, porque o óleo dessas cascas é facilmente extraído.

Enfleurage:

Este método é muito antigo e, exceto na França, pouco utilizado atualmente. É um longo e complicado processo que se tornou muito caro. As flores são colocadas em placas com gordura quente que absorvem seu óleo. Originalmente, a gordura animal ou banha eram utilizadas, mas agora as gorduras vegetais são mais comuns. Uma vez que o óleo essencial é incorporado pela gordura, as flores “usadas” são removidas e substituídas por flores frescas. O processo é repetido várias vezes até que a gordura tenha absorvido fragrância o suficiente. Então, a gordura é separada com solventes, restando apenas o óleo essencial.

Solventes:

Os aromaterapeutas tendem a evitar os óleos obtidos através de solventes químicos, preocupando-se com possíveis vestígios de solventes que permanecem. Primeiramente, a planta é dissolvida em um solvente como benzeno, hexano ou cloreto de metileno. O solvente, que possui um ponto de ebulição baixo, é evaporado, às vezes com a ajuda de uma máquina que usa vácuo ou força centrífuga para ajudar a extraí-lo do óleo essencial.
Os óleos resultantes são chamados de “absolutos”. Um método similar usa cera de parafina como solvente, que não evapora. Em vez disso, a parafina restante faz com que o produto final seja sólido e assim chamado de “concreto”.
Até mesmo o solvente evaporado é recapturado, resfriado e transformado em líquido novamente para que possa ser reutilizado. Esse processo ainda tem preço bastante elevado, por isso é reservado para óleos mais caros que não podem ser destilados, como o de jasmim e de baunilha, ou para óleo de rosas, que é pouco mais barato do que quando obtido pela destilação.


Dióxido de carbono:

Novos métodos para obter os óleos essenciais têm sido apresentados atualmente. Um dos processos mais interessantes, embora extremamente caro, extrai o óleo com dióxido de carbono. O resultado é um aroma agradável muito semelhante ao da própria planta.
Dependendo da forma como o óleo essencial é produzido, a qualidade e a concentração podem ser bastante afetadas.

Os mais puros óleos essenciais são extraídos de plantas através da destilação a vapor. Plantas frescas e picadas são suspensas em água fervente e o vapor retira os óleos dessas plantas. O vapor sobe, é capturado em um recipiente e empurrado por um tubo. Então o vapor é rapidamente resfriado, fazendo com que se condense novamente em água. Desde que a água e os óleos não se misturem, os dois são devidamente separados e o óleo essencial é coletado.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Extratos Glicólicos








Os extratos glicólicos são obtidos por processo de maceração ou percolação de uma erva em um solvente hidro-glicólico, podendo ser este o propilenoglicol ou a glicerina.
Estes extratos normalmente são utilizados nos fitocosméticos. A relação erva/solvente varia, sendo que normalmente se utiliza a relação indicada para as tinturas vegetais.
Os extratos glicólicos são usados na composição dos sabonetes feitos de bases glicerinadas, sabonetes líquidos e nos cremes hidratantes. Tem alta concentração da substância natural que representam; No caso da camomila, o Extrato Glicólico carrega toda composição da flor.
Ao ser misturado com outros materiais, o extrato espalha e transfere suas funções ao produto onde foi empregado, como sabonetes, cremes, óleos, etc.
Cada extrato tem uma finalidade, como por exemplo, o extrato glicólico de Calêndula que é usado como tratamento de espinhas ou acnes e algumas manchas na pele.


Alguns Extratos Glicólicos e suas finalidades:

ABACATE: Condicionador, dermoprotetor, emoliente, hidratante, lubrificante e suavizante.

ALECRIM: Adstringente e revigorante.


ALGAS MARINHAS: Indicada para peles oleosas e para o tratamento de celulite.Também promove a elasticidade da pele.


ALGAS FUCOS: Adelgante, amaciante, antioleosidade, anti-seborríco, antilipêmico, ativador da microcirculação, emoliente, estimulante cutâneo, estimulante metabólico, fonte de vitaminas, remineralizante, suavizante.


ALOE VERA: Protetor solar e hidratante. Amaciante, antiinflamatório, cicatrizante, condicionador, dermoprotetor, doador de brilho, doador de volume, estimulante metabólico, fonte de vitaminas, hidratante, protetor da mucosa, refrescante, regenerador, suavizante.


AMÊNDOAS: Por sua grande concentração de óleo, é perfeita para peles sêcas. Ação hidratante. Amaciante, cicatrizante, condicionador, doador de brilho, volume nos cabelos, emoliente, fornecedor de filme, lubrificante, regenerador, restaurador, suavizante.


ARGILA VERDE:Indicada para peles oleosas.Limpa os poros e renova a aparência da pele.


ARGILA BRANCA: Indicada para peles secas ou normal.Limpa os poros e renova a aparência da pele.


AVEIA: Indicada para peles secas, pois também contém óleo em sua composição. Amaciante, cicatrizante, condicionador, dermoprotetor, emoliente e hidratante.


BENJOIM: É um ótimo extrato anti-acne, portanto, indicado para peles oleosas.


BABOSA: Anticaspa e anti-seborréia, muito usado em xampus especiais para cabelos tingidos, secos ou cacheados.


CAMOMILA: Para peles sensíveis. de ação emoliente, suavizante e tonificante. Amacia, clareia e limpa os fios do cabelo e a pele também. Reduz a inflamação dos olhos, a aparência de cansaço, a acne e até queimaduras.
Anti-séptico, antiinflamatório, antioxidante, cicatrizante, refrescante, calmante, clareador de manchas, dermopurificador, doador de brilho, melhora a capilaridade cutânea.


CÂNFORA: Refresca a pele.


CALÊNDULA: Cicatrizante. Anti-séptico, antiinflamatório, aromatizante, cicatrizante, dermoprotetor, emoliente, hidratante, refrescante, restaurador, suavizante.


CENTELHA ASIÁTICA: Queima a gordura localizada.
Ativador da microcirculação, estimulante metabólico e hidratante.


CENOURA: Contém betacaroteno, substância que ativa a melanina da pele.Amaciante, anti-radicais livres, calmante, cicatrizante, dermoprotetor, emoliente, fotoprotetor, hidratante, lubrificante, protetor da mucosa.



CONFREI: Adistringente, amaciante, antiinflamatório, cicatrizante, emoliente, hidratante, restaurador, suavizante.
 DAMASCO: Adistringente, anti-séptico, antioleosidade, protetor da mucosa, refrescante, remineralizante.


ERVA DOCE: Anti-séptico, antiinflamatório, antimicótico, antioleosidade, suavizante, calmante, refrescante. Adistringente, amaciante, anti-séptico, antioleosidade, antioxidante, bacteriostático, cicatrizante, condicionador, desodorizante, hidratante, regenerador, restaurador.


FRUTAS TROPICAIS: Ótimo refrescante e clareador.
Adistringente, amaciante, anti-séptico, antioleosidade, antioxidante, bacteriostático, cicatrizante, condicionador, desodorizante, hidratante, regenerador, restaurador.


GÉRMEM DE TRIGO: Rico em vitamina E, dá vitalidade à pele, retarda o envelhecimento e evita varizes. Amaciante, anti-radicais livres, calmante, condicionador, dermoprotetor, doador de brilho, doador de volume, emoliente, fonte de vitaminas, hidratante, lubrificante, restaurador, suavizante.


GINKGO BILOBA: Anti-rugas; Amaciante, anti-radicais livres, ativador da microcirculação, emoliente, tonificante.


GUARANÁ: Protetor solar.


HAMAMÉLIS: Indicado para pele oleosa e age como protetor solar. Adistringente, anticaspa, anti-seborréico, dermopurificador, fecha os poros, firmador da pele, fixador de proteínas, protetor da mucosa.


HERA: Tratamento de celulite.Adelgante, anti-radicais livres, antioxidante, regenerador, vasoprotetor, dermoprotetor, lubrificante, melhora capilaridade cutânea.


HORTELÃ: Para peles oleosas. Tem ação anti-acne, indicado para tratamento de celulite.Adistringente, agente anti-caspa, anestésico, anti-seborréico, anti-séptico, antibacteriano, antimicótico, antioleosidade, descongestionante, estimulante capilar, refrescante.


JABORANDI: Cicatrizante e revitalizante.


KIWI: Hidratante, revitalizante e clareador.


LARANJA: Para peles oleosas, antiacnéico e hidratante.


LEITE DE CABRA: Ultra ação hidratante e nutritiva.
Hidratante, nutritivo, emoliente, regenerador, tonificante.


LIMÃO: Antiacnéico e indicado para o tratamento de celulite.


MACELA: Protetor solar e suavizante.